Desde 1998, as pessoas que faziam o IPAB, vinham atuando de uma forma diferente dos outros institutos de permacultura, principalmente pelo fato de não terem uma sede própria ou um centro de demonstração das técnicas permaculturais de design e de bio-construção. Essa decisão tinha e tem uma razão muito especial:
"Acreditamos, que só em espaços com situações reais, como uma casa, sítio, escola, ou uma vila, as experiências seriam verdadeiras e poderiam atestar sua repetibilidade e eficácia. Além do que seriam úteis em tempo integral às pessoas. Então as nossas experiências aconteciam nos espaços onde vivíamos ou em espaços cedidos pelas comunidades que tinham demandas que poderíamos atender com a permacultura. A esses espaços hoje damos o carinhoso nome de Estações de Permacultura"
Agora, é chegada a hora de assumirmos publicamente um tipo de organização que espelhe melhor as nossas relações como membros desse grupo. Uma rede de pessoas. Então... deixa de existir o IPAB e surge a Rede Permear de Permacultores.
Parece um novo rumo nas ações das pessoas que faziam o IPAB, mas na realidade, o rumo continua o mesmo: Na direção da sustentabilidade e autonomia das pessoas.
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